Por Cristina Padiglione | Saiba mais
Cristina Padiglione, ou Padi, é paga para ver TV desde 1990, da Folha da Tarde ao Estadão, passando por Jornal da Tarde e Folha de S.Paulo
Minha novela

‘Por Amor’, e não ‘Pátria Minha’, substituirá ‘Pai Herói’ no Viva

“Por Amor”, novela de Manoel Carlos já exibida pelo Viva, voltará à tela do canal, na vaga de “Pai Herói”, a partir de maio.

Desde “Vale Tudo”, revista na faixa tratada como a mais nobre do canal, perto de meia-noite, esse horário só traz folhetins nunca antes vistos no canal. É a primeira vez que a vaga se ocupará de uma novela já exibida no Viva – aliás, exibida na primeira safra de novelas do canal, quando ele nasceu, em 2010. A justificativa para o (re)revival é que o alcance do Viva, hoje, é mais que o dobro do universo atingido em 2010, quando a Helena de Regina Duarte atraiu larga audiência.

As torcidas por “Pátria Minha” não se consumaram. Vá lá, talvez seja uma novela para não ser muito lembrada, em razão das histórias de bastidores, episódios que levaram à saída forçada dos personagens de Vera Fischer e Felipe Camargo. “Pátria Minha” é tratada como uma obra menor de Gilberto Braga, mas o menor de Gilberto Braga ainda supera o maior de muitos autores. Pena. Com abordagem sobre racismo e diálogos afiados, o título permanece na gaveta.

As outras duas novelas que o Viva exibe na próxima temporada são “Fera Radical”, no lugar de “Torre de Babel” e “Tieta”, no horário de “A Gata Comeu”. Teria sido bem mais lógico que “Tieta”, inédita no Viva, tivesse ficado na linha sucessória de “Pai Herói”, tratada com todas as honras por ter sido não só revista no Viva pela primeira vez, após mais de duas décadas sem ser revisitada nem pela Globo, mas também por ter sido a primeira obra da maga Janete Clair em seis anos do canal.

 

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Cristina Padiglione

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